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A Parábola dos Lobos

 A Luta do Nosso “Lobo” Interno!

Uma noite, um velho índio  falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro das pessoas. Ele disse:

“Há uma batalha  entre dois lobos que vivem dentro de todos  nós. Um é Mau – é a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, fofoca, orgulho falso, superioridade e ego. O outro é  Bom – é alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência,  empatia, generosidade, verdade, compaixão e  fé.”

O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô:

“Qual lobo vence?”

O velho índio respondeu:

“Aquele que você alimenta!”

Conto tradicional entre os escoteiros, agradeço ao companheiro e fraterno Chefe Assis Brasil do 37º G.E por te-lo enviado por e-mail. Aquele aperto de canhota a todos!

Prezados, quando eu postei inicialmente este texto em nosso blog, pensei em me dirigir a todos no intuito de reforçar o sentimento de comunhão e fraternidade entre colegas de estudo e entre futuros companheiros de profissão. Vivemos em um mundo onde as relações humanas estão extremamente voláteis e demasiadamente desgastadas. Hoje as pessoas vivem em ritmo de stress tão alucinante que é praticamente impossível se definir a existência da palavra “companheirismo”. A competitividade acirrada tanto no mercado de trabalho quanto no dia-a-dia das grandes cidades tem transformado os seres humanos em um novo tipo de animais “selvagens” em meio as nossas “novíssimas selvas de pedra”. Evoluímos tanto para regredirmos outro tanto. Precisamos resgatar a simplicidade da convivência, do sentimento real de companheirismo e de fraternidade. A amizade se não pode ser sincera que pelo menos se transforme num respeito mútuo silencioso, ao invés de uma constante troca “muda” de acusações e julgamentos. Não cabe a nós nos julgarmos mutuamente e nos acusarmos de tantas coisas que não aceitamos nos outros. Costumamos julgar os outros por nós mesmos, vendo no outro exatamente aquilo que secretamente não aceitamos e não admitimos em nós mesmos.

Portanto, não alimente o lobo errado dentro de si. Mas saiba que cabe a você distinguir dentre os dois qual é o certo. Cada um de nós é o reflexo do outro, pois sabiamente já foi dito que os “olhos são o espelho da alma”. Ao olhar um semelhante, passe a ver pelos olhos dele e busque enxergar no semelhante a sua própria imagem. Aí sim, estaremos todos alimentando o lobo certo, e certamente a matilha toda agradecerá ao Criador!

Assim seja! A vós concedo!

Aquele abraço!

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