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O que significa ser Engenheiro de Produção?

De acordo com a WIKIPEDIA, “Engenharia de Produção (também conhecida por Engenharia de Produção Industrial, Engenharia de Gestão Industrial ou Engenharia Industrial) dedica-se à concepção, melhoria e implementação de sistemas que envolvem pessoas, materiais, informações, equipamentos, energia e maior de conhecimentos e habilidades, para que utilizando-se desse conhecimento especializado em matemática, física e ciências sociais, em conjunto com análise e projeto de engenharia, ela possa especificar, prever e avaliar os resultados obtidos por tais sistemas.”

Assim de uma forma genérica, a Engenharia de Produção, ao dar enfâse as dimensões do sistema produtivo em diferentes organizações, toma como ocupação as seguintes atividades:

  • projetar processos produtivos;
  • viabilizar estratégias produtivas;
  • planejar a produção, produzir e distribuir produtos que a sociedade valoriza.

Todas essas atividades, sendo conduzidas amplamente e de maneira integrada por este ramo da engenharia, são de extrema importância para o aumento da competitividade das empresas e, por conseguinte, do país.

No século XVIII a Revolução Industrial mudou a forma de organizar e conduzir a produção. As inovações da época não estavam restritas à técnica e à tecnologia, mas também à organização do trabalho. A relação do homem com o trabalho mudou; no final desse primeiro processo de industrialização chegou ao fim o Capitalismo Mercantilista, cuja produção era organizada em ofícios; ou seja, foi o fim do trabalho artesanal. Pouco a pouco com o progresso do setor industrial, aparecia a necessidade não evidenciada de se organizar e se administrar os complexos sistemas de produção. Necessidade essa agravada com a Segunda Revolução Industrial e os seus avanços tecnológicos. A tarefa de analisar o trabalho para racionalizá-lo, contudo, seria feito apenas no início do século XX. O berço da disciplina foi a indústria metal-mecânica. Na origem, se formou com a denominação de Engenharia Industrial e foi apregoada por F.W. Taylor, Frank e Lillian Gilbreth, H.L. Gantt, Walter A. Shewart, Henry Fayol, dentre outros. Posteriormente, com o advento da produção em massa, criada e difundida por Henry Ford, e posteriormente com a produção enxuta, concebida por Taichii Ohno dentro da Toyota, a Engenharia Industrial ganhou enorme destaque mundial. No Brasil, desenvolveu-se com o nome de Engenharia de Produção, a partir de 1950. Outros fatores como o recente desenvolvimento japonês e a adoção da temática da Qualidade & Produtividade como pontos centrais nas empresas e organizações privadas, públicas, industriais, serviços e de governos, consolidaram essa difusão.

Como oriunda da Engenharia Mecânica, a Engenharia de Produção foi dedicada inicialmente às dimensões físicas dos sistemas produtivos. Nos anos 1970, pode se observar, mesmo no Brasil, que os conceitos e métodos próprios da Engenharia de Produção obtiveram um notável desenvolvimento, se tornando independentes de qualquer área tecnológica, sendo portanto, aplicável a todas as áreas clássicas das engenharias. A Engenharia de Produção é uma habilitação específica aplicável a qualquer uma das seis grandes áreas da engenharia. Assim, existem cursos de Engenharia de Produção Plena (envolvendo todas as seis grandes áreas – esse é o nosso caso aqui na UNIGRANRIO), Engenharia de Produção Elétrica, Engenharia de Produção Civil, Engenharia de Produção Mecânica, etc.

Os cursos de Engenharia de Produção da UFRJ, e o similar da Escola Politécnica da USP, são pioneiros no Brasil, tendo servido para o efetivo desenvolvimento da Engenharia de Produção no pais, além de terem sido, e ainda o serem, os modelos para a implantação de diversos cursos congêneres em outras universidades. Foi aprovado pelo Conselho Universitário da UFRJ em 22 de abril de 1971, como curso de Engenharia Industrial; teve sua primeira turma iniciando o ciclo profissional no primeiro semestre de 1971. Foi aprovado pelo Conselho Federal de Educação do MEC, em 25 /01/74, quando esta turma estava por finalizar seu curso, no segundo semestre de 1973,  com o currículo mínimo de Engenharia de Produção. Esta última denominação era a que tomava mais peso em todo o pais, sendo assim, a Escola de Engenharia propôs alteração do nome para curso de Engenharia de Produção o que foi aprovado pelo Conselho Universitário em 2 de maio de 1974. Em 9 de maio de 1975 o curso obteve o reconhecimento final junto ao CFE/MEC tendo este reconhecimento sido publicado no Decreto no 75.854 de 11/06/75.

Por outro lado, a WIKIPEDIA define ainda: “A Engenharia Industrial, tradução de Industrial Engineering, ocupa-se do projeto, melhoria e instalação de sistemas integrados de pessoas, materiais, informação, equipamentos e energia. Baseia-se em conhecimentos e técnicas especializadas das ciências matemáticas, físicas e sociais, juntamente com os princípios e métodos de análise e projeto de engenharia, para especificar, predizer e avaliar os resultados a serem obtidos por esses sistemas.”

Podemos definir também a  Engenharia Industrial é também definida, de uma forma mais genérica, como sendo a especialidade de Engenharia que se ocupa da elaboração e do gerenciamento de sistemas responsáveis pela integração de pessoas, materiais e energia de uma forma produtiva ou, simplesmente, aquela que se ocupa da produção eficiente, com o projeto dos métodos e não dos equipamentos. Mais recentemente, a engenharia industrial foi definida como o planejamento, projeto, implementação e melhoria de sistemas consistindo numa rede de processos através dos quais fluem objetos que sofrem transformações. Estas atividades são levadas a cabo para benefício a longo prazo da empresa ou da organização.

Na medida em que as empresas de serviços empregam, e cada vez mais, a tecnologia e a automação como partes de uma estratégia competitiva, contratam, cada vez mais, profissionais com orientação técnica. As empresas de serviços vem se apercebendo que a utilização inteligente da tecnologia pode ajudá-las a reduzir os custos operacionais. Essa mesma ideia aplica-se à informação; é uma arma competitiva. A engenharia industrial é portanto a especialidade que utiliza a tecnologia para dar um enquadramento a melhores decisões de gestão.

Na verdade, o que se pode concluir então, que diferente das demais Engenharias, a Engenharia de Produção é notadamente uma área multidisciplinar da Engenharia, a qual é dedicada verdadeiramente à pesquisa da melhoria dos processos de produção em toda e qualquer área do desenvolvimento tecnológico humano, sendo portanto, uma ciência da experimentação e pesquisa por excelência, seja no campo de pesquisa e desenvolvimento, seja no campo da gestão, logística e administração ou ainda seja no campo do projeto e design (ainda que na base da idealização e não da concretização, que depende de cada habilitação específica de cada um dos 6 grandes ramos da Engenharia.

Mas o que faz um engenheiro industrial/de produção?

O engenheiro industrial pode ser designado como gestor de instalações, gestor de operações, gestor de materiais, gestor da qualidade ou centenas de outros nomes. Qualquer que seja a denominação ou cargo, qualquer que seja a atividade industrial – fabricação, atacado, varejo, distribuição, saúde, transportes, governo, defesa – qualquer que seja o produto ou serviço – equipamentos de automação industrial e de T.I., equipamento de identificação automática ou de movimentação de materiais, formação – a função é sempre a mesma – melhoria da produtividade pelo projeto, instalação e manutenção de sistemas integrados de pessoas, materiais, informação, equipamentos e energia.

Contrário ao que em geral se pensa, o engenheiro industrial ou de produção não precisa se tornar um perito nos diversos ambientes institucionais em que pode trabalhar para que as suas atividades sejam efetivas e produtivas. Ou seja, especificamente falando, para trabalhar na indústria têxtil ou na assistência médica-hospitalar, não é necessário ser um técnico têxtil ou um médico. Ele deve, contudo, conhecer completamente o sistema que irá analisar.

Mais do que desempenhar uma função, o engenheiro industrial/de produção é o agente de mudanças culturais na empresa que se conscientiza de que a sua competitividade passa pelo constante questionamento da racionalidade dos seus métodos e processos, sejam eles departamentais, interdepartamentais, ou externos (a montante ou a jusante). É um colaborador que a empresa tem ao seu serviço, que transforma as oportunidades – que ela própria identifica, através dos seus elementos – em ações, pela coordenação e sistematização de soluções, cuja sinergia não se conseguiria de outro modo. O engenheiro industrial/ de produção é um instrumento indispensável para as decisões gestoras serem refletidas na empresa de forma integrada.

O engenheiro industrial/de produção sabe que há uma capacidade tão importante quanto a competência técnica: a capacidade de lidar com pessoas. Só aqueles capazes de motivar e gerir pessoas possuem as verdadeiras oportunidades para chegar ao topo de suas carreiras. O engenheiro de produção bem sucedido sabe o que os clientes compram, e porque querem o que compram. O engenheiro industrial sabe ver um produto desde a concepção até ao cliente. Ele sabe, também, que não é o que ele sabe sobre uma das competências mais valorizadas pelos empregadores, mas o que ele sabe sobre todas elas que lhe dará o melhor emprego.

Na indústria, produtividade sem qualidade é uma má utilização de recursos. Qualidade sem produtividade é uma má utilização do tempo. Quando estas duas caracteríosticas são reunidas, tanto na produção de bens, como no setor de serviços, consegue-se a chave para o sucesso num mercado global competitivo. Os profissionais resposnáveis pela integração destes fatores são os engenheiros de produção, que se preocupam em ajudar a sociedade mediante esforços efetivos de melhoria de produtividade e qualidade.

Para profissionais de marketing e finanças, o trabalho do engenheiro de produção pode parecer um castigo, mas estes podem chegar em casa no fim do dia e dizer: «Nós produzimos algo hoje». A produção de riqueza é conseguida no setor industrial e não no setor financeiro. Não se tem uma economia de serviços sem uma base industrial. É preciso produzir bens para gerar recursos que serão gasto em serviços. Todos os engenheiros de produção de um país não bastam para salvar a atividade industrial desse país, mas, pelo menos, cada um deles pode fazer a sua parte para que isso seja possível.

Enquanto o engenheiro de produção está principalmente ocupado com os problemas verificados no dia-a-dia das indústrias, as técnicas da profissão são de natureza tão abrangente que podem ser empregadas em qualquer situação em que pessoas, máquinas e as forças econômicas tenham que ser reunidas. Os engenheiros de produção terão um lugar cada vez maior no mundo das finanças, da administração hospitalar, da administração de projetos científicos em larga escala e em programas sociais dos governos. Não há nenhuma atividade comercial ou industrial que não venha a ter ou não possa se beneficiar dos serviços de um engenheiro de produção.

Qualidades para o exercício da profissão

Os engenheiros de produção precisam possuir inteligência, iniciativa e perseverância acima da média. Devem ainda possuir conhecimentos matemáticos e científicos e uma curiosidade viva em relação ao «como» e o «porquê» as coisas funcionam. Devem enfim, ser criativos, ainda que sejam solucionadores sistemáticos de problemas.

Precisam ser bons com objetos. Os engenheiros de produção devem lidar com medições, fórmulas, estatísticas e gráficos e ao mesmo tempo ter em mente as pessoas que executarão o processo de produção resultante. Muitas decisões envolvendo tanto pessoas quanto recursos são complexas e difíceis; tais decisões requerem um caráter forte.

Mercado de trabalho

O papel fundamental deste engenheiro é hoje reconhecido por diversas empresas, o que em termos de mercado de trabalho é favorável. O engenheiro de produção começa, geralmente, por trabalhar numa das áreas da sua especialidade, mas como tudo é interligado, à medida que adquire mais conhecimentos, pode evoluir para cargos de direção. Os engenheiros de produção têm, geralmente, uma vocação especial para a gestão de empresas, pois conhecem e compreendem bem as necessidades da produção.

Não são conhecidas grandes dificuldades na contratação de licenciados em engenharia de produção. Alguns alunos encontram ocupação profissional antes até de completar o curso, em alguns casos durante o quarto ano do mesmo ou antes. A procura de licenciados tem sido, ao longo de vários anos, superior à oferta, não tendo disponibilidade de licenciados suficiente para atender à crescente demanda de mercado, onde as ofertas de emprego são feitas diretamente à universidade pelas empresas. Atualmente, os empregadores continuam a absorver positivamente os recém-licenciados. A profissão costuma ser bem remunerada, dependendo da empresa em que se trabalha, e tem sido classificada, sucessivamente, como tendo níveis de remuneração muito bons.

Num mercado altamente competitivo, a viabilidade das empresas passa exatamente pela sua competitividade. Esta depende de sistemas de gestão de produção racionais e flexíveis, os quais garantam os níveis de qualidade exigidos. É exatamente este o papel do engenheiro de produção. Ele é, portanto, uma peça fundamental, em qualquer organização que pretenda ser bem sucedida no mercado. Os potenciais empregadores vem se conscientizando da importância do engenheiro de produção. As perspectivas de futuro são, por isso, favoráveis.

Perfil Profissional

Os aspectos relacionados à gestão dos sistemas produtivos são a base tecnológica própria da Engenharia de Produção. Com as recentes mudanças estruturais e organizacionais dos sistemas de produção e a evolução dos cursos de Engenharia de Produção, os profissionais oriundos desta modalidade têm se mostrado também, hábeis empreendedores e capazes de atuar em diversas organizações da sociedade.

O perfil do Engenheiro de Produção pressupõe espírito crítico, criatividade e consciência em relação à sua atuação técnica, política, econômica e social. O Engenheiro de Produção vem se mostrando um profissional versátil, considerando a interdependência entre os vários segmentos empresariais, levando em consideração o desenvolvimento de novas máquinas, novos processos de produção e sua manutenção, agindo no sentido de planejar, orientar, supervisionar, inspecionar e controlar a produção de bens e serviços, elaborar, executar e acompanhar projetos buscando a otimização dos sistemas produtivos. Outro aspecto observado neste profissional é a capacidade de adaptação rápida em diferentes posições, praticadas em ambientes extremamente competitivos.

Competências Científicas

  • Sólida formação em ciências básicas como Matemática, Computação, Administração e Economia, com ênfase nos métodos quantitativos relacionados a estas últimas;
  • Capacidade de trabalho em equipes multidisciplinares;
  • Capacidade prática de abordagem experimental;
  • Capacidade de analisar e otimizar processos;
  • Formação ético-profissional.

Competências Pessoais

  • Capacidade de utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas de produção e auxiliar na tomada de decisões;
  • Capacidade de projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas;
  • Capacidade de utilizar indicadores de desempenho, sistemas de custeio, bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos;
  • Capacidade de prever e analisar demandas, selecionar tecnologias e know-how, projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidade;
  • Capacidade de incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos e processos, e produzindo normas e procedimentos de controle e auditoria;
  • Capacidade de prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade;
  • Capacidade de acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade;
  • Capacidade de compreender a inter-relação dos sistemas de produção com o meio ambiente, tanto no que se refere a utilização de recursos escassos quanto à disposição final de resíduos e rejeitos, atentando para a exigência de sustentabilidade;
  • Capacidade de dimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros a fim de produzir, com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas;

Principais Áreas de Atuação

  • Área de Tecnologia da Informação , na implantação de sistemas de TI;
  • Área de operações, envolvendo a distribuição dos produtos, controle dos suprimentos, etc.;
  • Área de gestão agro-industrial, gestão da manutenção, automação industrial, etc.;
  • Área financeira, incluindo o controle financeiro, controle de custos, análise de investimentos, etc.;
  • Área de logística, incluindo o uso e desenvolvimento de sistemas de roteamento, gestão e controle de frotas, etc.;
  • Área de marketing, tratando do planejamento e desenvolvimento de novos produtos, incluindo a utilização de métodos estatísticos avançados destinados ao estudo de mercado etc.;
  • Área de planejamento, abrangendo os setores estratégico, produtivo, financeiro, etc.
  • Área de ergonomia, engenharia de segurança, organização do trabalho, engenharia de métodos, etc.;
  • Área de gestão econômica, engenharia econômica, gestão de custos e/ou investimentos, etc..
  • Área de engenharia da qualidade, incluindo controle estatístico de qualidade, projeto de experimentos, metodologia seis sigma, regressão e correlação.

Problemas tratados

  • Melhoria e garantia da qualidade dos processos: implanta e desenvolve sistemas de garantia da qualidade (como as normas regulamentadoras da série ISO 9000), focando sempre a qualidade do produto e o cliente.
  • Produtividade focada em estratégias de manufatura: atua na organização e planejamento do fluxo de produção, redução de estoques, diminuição do tempo de atravessamento, otimização e racionalização de processos, entre outras atividades.
  • Projeto de produtos: dedica-se a projeto de softwares ergonômicos, gestão de projetos e da inovação, redução do tempo de produção nominal em uma nova fábrica, transferência de tecnologia e de seu domínio efetivo.
  • Organização do trabalho: volta-se para a formação, qualificação e desenvolvimento de competências adequadas a novas tecnologias.

Concluindo, enfim, esse é apenas um resumo condensado do que significa ser um Engenheiro de Produção. Ou seja, esse é o tipo de profissional que estamos estudando para ser. Não apenas para obter uma graduação, um documento, um certificado que nos autoriza, nos chancele a atuar numa posição de gerência ou chefia. Isso certamente virá com o tempo, com a experiência adquirida, com o mérito pessoal e o aprendizado do dia-a-dia. Precisamos entender isso e abraçar com vontade esse desafio. Porque essa resposta positiva nos será cobrada depois de graduados. Precisamos corresponder a essa e outras expectativas do mercado de trabalho.

Pessoalmente, citando as palavras de Martin Luther King, mas voltadas para esse enfoque, “Eu tenho um sonho…” Eu particularmente sonho que ao nos graduarmos, sejamos os melhores Engenheiros de Produção que a UNIGRANRIO possa oferecer ao mercado de trabalho naquele momento, e que possamos corresponder a essa expectativa sempre, sempre procurando nos tornarmos os melhores Engenheiros de Produção que nós possamos ser. Só depende de nós mesmos.

CARPEM DIEM! Abraços!

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